A Sexual Odyssey by Lyn Paula Russell

By Lyn Paula Russell

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Malraux comenta: "0 azul do mar se tornara 0 azul do regato das Lavadeiras... Sua visao era menos uma forma de olhar o mar do que a secreta elaborac;;ao de urn mundo ao qual pertenda aquele azul profundo que ele recobravada imensidao. 16 " E no entanto Renoir olhava 0 mar. E por que 0 azul do mar pertencia ao mundo de sua pintura? Como podia ensinar-Ihe algo relativo ao regato das Lavadeiras? E que cada fragmento do mundo, e particularmente 0 mar, ora crivado de turbilhoes e de rugas, enfeitado com penachos, ora macic;;o e im6vel em si mesmo, contern todas as espedes de figuras do ser, e, pela maneira que tern de responder ao ataque do olhar, evoca uma serie de variantes possiveis e ensina, alem de si mesmo, uma maneira geral de expressar 0 ser.

ADS aIbas dos Qutros, e julga soletrar a natureza no momenta em que a reeria. "Urn certa equilibria ou desequiHbrio peremptorio das cores e das linhas perturba quem descobre que a porta entreab erta ai1" e a de urn outro mun d o. "17 Um Qutro mundo - entenda-se: 0 mesma que 0 pintor ve, e falando a sua propria linguagem, porem liberto do peso sem nome que 0 talhia e 0 mantinha no equlvoco. Como DePintor ou 0 poeta expressariam outra coisa que nao 0 seu encontro com 0 mundo? Do que fala a propria arte abstrata, a nao ser de uma negac;ao ou de uma recusa do mundo?

A conversa dai por diante deixa de existir, estO. achatada na unica dimensao do sonoro, tanto mais decepeionante por esse registro inteiramente auditivo ser 0 de urn texto lido. Para que a obra de arte - que justamente se dirige em geral a apenas urn dos nossos sentidos e nunca nos ataca por todos os lados, como 0 vivido - satisfac;a-nos 0 espirito como faz, e mister que seja diferente da existencia arrefecida, que seja, como diz Gaston Bachelard, "superexistencia". Mas ela nao pertence ao arbitrario, ou, como se diz, aficc;ao.

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